No dia seguinte, Nóra acordou mais cedo. Preparou o café da manhã. Pediu a Márk que arrumasse as coisas. Lilla lavou os pratos. Não era perfeito. Mas já não era unilateral.
No fim da segunda semana, o apartamento tinha mudado. Não estava perfeitamente organizado, mas havia ordem. Uma ordem construída por mais de uma pessoa, não apenas por uma.
Na penúltima noite, voltamos a sentar na cozinha.
— Ráhel — disse Nóra —, agora eu entendo.
— Ainda bem — respondi.
— Este ano não vamos para a casa de vocês.
Olhei para ela.
— Essa é sua decisão?
— Sim. E se formos… vai ser diferente.
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