Eu não perguntei como. Não havia necessidade.
Quando voltei para casa, Gábor me esperava na estação. Ele me abraçou com mais força do que antes.
— Como foi? — perguntou.
— Foi bom — respondi. — Muito bom.
Ele assentiu, como se entendesse mais do que eu havia dito.
E então compreendi claramente: não se tratava de julho. Não se tratava de Nóra.
Tratava-se de outra coisa. De que, às vezes, para ser ouvido, não é preciso falar mais alto.
Basta simplesmente parar de fazer, em silêncio, aquilo que sempre se fez sem questionar.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
