Por um tempo, ele ainda deixava o espaço ao lado livre.
Então os anos passaram.
Onze anos depois, Mason estava deitado em uma cama de hospital, encarando o teto, sozinho. O quarto cheirava a antisséptico e comida cozida demais. As máquinas apitavam em ritmos suaves e constantes, como se contassem algo que ele preferia não saber.
Seu estado piorava, e ele sabia disso.
As enfermeiras sorriam com cuidado excessivo. Mason já tinha vivido o bastante para entender o que as pessoas evitavam dizer.
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