Quinze anos após a morte do meu filho de quatro anos, servi café a um estranho que tinha exatamente a mesma marca de nascença dele — então ele olhou nos meus olhos e disse: “Espere… eu sei quem você é!”

 

Ele franziu a testa. “Por quê?”

 

“Porque eu tive um filho”, eu disse, e minha voz quebrou. “E acho que você precisa ouvir sobre ele.”

 

Ele me observou por um longo segundo.

 

Então respondeu: “Tudo bem.”

 

Nos encontramos em uma lanchonete próxima. Uma cabine silenciosa no fundo.

 

Eu não o acusei de nada. Só contei sobre Howard.

 

“Ele costumava fazer barulhos enquanto comia cereal”, eu disse. “Não músicas. Só sons. Chamava pombos de galinhas da cidade. Tinha uma marca de nascença abaixo da orelha esquerda.”

 

Eli ficou imóvel.

Continuei falando.

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