“Qual é o nome da sua mãe?”
“Marla.”
Quase deixei a caneca cair.
Marla tinha sido a enfermeira do andar onde Howard estava. Não a médica. Não alguém que eu lembrasse claramente depois. Só… sempre lá. Voz suave. Rosto calmo. Dizendo para eu descansar. Dizendo que a equipe cuidaria de tudo. Uma vez, quando eu chorava tanto que mal conseguia ficar de pé, ela me disse: “Às vezes, a coisa mais gentil que uma mãe pode fazer é deixar ir.”
Na época, pensei que era conforto.
Agora soava ensaiado.
Olhei para Eli e disse: “Você pode me encontrar depois do meu turno?”
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