À noite, a tensão já era perceptível. Não aquele tipo que eu conhecia antes, mas algo real.
— Você está mesmo sem intenção de ajudar? — perguntou Nóra quando ficamos a sós.
Olhei para ela.
— Eu ajudo. Não atrapalho.
— Isso não é engraçado.
— Não estou brincando.
Ela se sentou.
— Você sabe que isso é difícil para mim?
Assenti.
— Sei.
— Então por que você está fazendo isso?
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