Não sou rápida como as garçonetes mais jovens, mas lembro dos pedidos, não derramo nada e trato cada cliente como se estivesse em minha própria cozinha. A maioria das pessoas aprecia isso.
Mas, na última sexta-feira, conheci alguém que não.
Era hora do almoço. Todas as mesas estavam ocupadas. A cozinha estava sobrecarregada.
Uma jovem entrou com o celular já apontado para o rosto, conversando como se nós fôssemos apenas móveis.
Ela se sentou na minha seção. Levei água e sorri.
“Bem-vinda ao nosso incrível restaurante, senhora. O que posso trazer para você hoje?”
Ela mal olhou e continuou falando ao telefone. “Oi, pessoal! Aqui é a Sabrina! Estou nesse diner vintage. Muito fofo. Vamos ver como é o serviço, hein.”
Então esse era o nome dela: Sabrina.
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