As pessoas. A rotina. Ser útil. Tornou-se minha vida.
E este restaurante? Foi aqui que conheci Joe. Ele entrou em uma tarde chuvosa de 1981, todo molhado, e perguntou se tínhamos café forte o suficiente para acordar os mortos. Eu disse que tínhamos café forte o bastante para ressuscitá-los.
Ele riu tanto que voltou no dia seguinte. E no outro dia. E no outro.
Casamo-nos seis meses depois.
Então, quando ele faleceu há 23 anos, este lugar se tornou meu porto seguro. Trabalhar aqui me faz sentir perto dele, como se ele ainda estivesse sentado na mesa sete, piscando para mim por cima do café.
O dono me trata bem e os clientes regulares pedem minha seção.
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