Tenho 72 anos e trabalho como garçonete há mais de 20. A maioria dos clientes me trata com gentileza. Mas, na última sexta-feira, uma mulher me chamou de “rude”, saiu sem pagar uma conta de $112 e achou que tinha se dado bem. Ela escolheu a vovó errada. Eu mostrei por que desrespeitar alguém como eu tem consequências.
Sou Esther. Pode até parecer que, aos 72 anos, já devorei todos os meus dias, mas ainda tenho a energia de uma adolescente quando estou atendendo mesas nesse restaurante encantador numa cidadezinha do Texas.
É o tipo de lugar onde as pessoas ainda seguram a porta para você e perguntam como está a sua mãe, mesmo que já saibam a resposta.
Trabalho aqui há mais de 20 anos.
Nunca planejei ficar tanto tempo. Peguei o emprego depois que meu marido, Joe, faleceu, só para sair de casa. Pensei que trabalharia alguns meses, talvez um ano. Mas acabei amando.
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