A Macy já não batia à porta. A Sheryl esperava na nossa entrada enquanto a filha corria até à porta da frente. Só iam embora quando alguém deixava a Macy entrar.
Mas agora, a menina pequena estava a entrar rastejando pela porta do cão.
Na primeira vez que a apanhei, ri.
“Boa menina”, disse em voz alta, mesmo com os dedos a apertarem o pano da loiça. Porque havia qualquer coisa naquilo que me deixava desconfortável.
Disse a mim mesma que ela tinha apenas três anos e que adorava o cão. Talvez fosse uma forma estranha da Sheryl de aliviar a tensão entre nós. Talvez fosse algo normal — para elas.
Mas depois a Sheryl começou a saber coisas… e não estou a falar de detalhes superficiais ou fofocas do bairro.
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