Eram coisas específicas, privadas.
Ela aparecia na minha entrada de garagem e sorria.
“Ah, Riley”, dizia ela. “Como está aquela dor de garganta de que falaste ontem à noite?”
“Espero que tenhas feito aquele pudim de chocolate de que estavas a falar!”
“Encontraste aquela caixa velha no sótão? A dos anuários do Luke? Ouvi dizer que andavas à procura dela.”
Essa última fez-me parar no mesmo instante. Eu não tinha contado isso a ninguém. Nem ao Luke. Na verdade, tinha dito aquilo em voz alta — sozinha em casa, enquanto pensava em ideias para o aniversário dele.
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