Mas não aconteceu. Em vez disso, ela mandou a Macy.
A Macy, uma menininha doce de três anos, era quieta, de olhos grandes e muito tímida — chamava tudo de “cachorrinho”. Ela começou a aparecer quase todos os dias, sempre com a mesma desculpa.
“Ela só quer visitar o Scout”, dizia a Sheryl, como se fosse a coisa mais inocente do mundo.
No início, era.
O Scout adorava. E eu também.
A Macy tinha um encanto próprio, como uma criança ensinada a ocupar o mínimo de espaço possível. Ela agachava-se ao lado do Scout com as duas mãos sobre o pelo dele, sussurrando coisas que só ele parecia entender. Eu espreitava pela janela da cozinha e via-os assim — os dedinhos dela enterrados no pelo dourado dele, a cabeça dele inclinada junto dela.
Mas depois comecei a notar algo estranho.
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