Minha cunhada mandou a filha dela de 3 anos entrar na minha casa pela porta do cachorro – quando descobri o motivo, meu sangue ferveu

“Está bem, tia Riley”, disse ela, olhando para mim com aqueles olhos enormes e lindos, enquanto os dedos continuavam agarrados ao pelo do Scout.

 

Estendi a mão e passei o polegar pelo “botão”.

 

Era frio e liso. Não estava cosido — estava encaixado. O meu estômago virou-se.

 

Não era um botão, claro. O disco prateado era uma câmara.

 

Mais tarde naquela noite, o Luke e eu sentámo-nos na sala, com os rostos pálidos à luz da lâmpada. Virei a pequena câmara na mão, à procura de uma marca, uma entrada, qualquer coisa que nos dissesse de onde vinha.

 

O Luke trouxe um dos seus kits antigos de tecnologia, daqueles que guardava para arranjar comandos e controladores de videojogos avariados. Depois de alguns minutos de cuidado, abriu o painel traseiro.

 

“Tem um cartão microSD”, disse ele. “Ela andou a gravar.”

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