Ele inseriu o cartão num leitor e ligámo-lo ao meu portátil.
Carreguei em play.
O ecrã acendeu-se com imagens tremidas — um vídeo silencioso de mim ajoelhada no corredor, a semicerrar os olhos para a lente enquanto a rodava nas mãos.
“Isso é mesmo real”, disse o Luke, inclinando-se. “Riley, isto não é um brinquedo.”
Ele segurava aquilo como se pudesse queimar.
“Ela pôs isto na própria filha”, disse eu. “Usou a Macy como um dispositivo de escuta… Luke, o que raio? Como é que ela foi capaz de fazer isto a uma criança tão doce?”
Não dormimos nessa noite. Não dormimos porque não estávamos com medo — estávamos a perceber exatamente o que a Sheryl tinha feito.
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