Porque a resposta já tinha chegado naquela tarde — vestida com jardineiras cor-de-rosa e um rabo-de-cavalo desalinhado.
Da vez seguinte que a Macy apareceu, fiquei perto do corredor para a observar. Não a cumprimentei logo. Apenas vi.
Ela não bateu à porta. Não chamou. Rastejou pela porta do cão do Scout como se já o tivesse feito centenas de vezes, sacudindo a terra dos joelhos quando se levantou.
Foi aí que vi.
Um disco prateado e brilhante preso à alça das jardineiras. Não era grande — talvez do tamanho de uma moeda — mas demasiado redondo para ser apenas um enfeite.
“Olá, querida”, disse eu, agachando-me. “Parece que esse botão está a soltar-se. Posso arranjá-lo?”
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