Abaixe a faca.
Depois dobrei o pano de prato ao lado de mim.
Uma vez. Duas.
Na terceira dobra, eu já sabia exatamente o que ia fazer.
Na semana seguinte, aluguei o salão de festas atrás do Rosebud Diner. Kelly me ajudou a arrumar as mesas enquanto Marlene colocava flores da igreja perto da entrada.
— Debbie — disse Kelly, olhando os envelopes. — Isso são cheques?
— Não, querida. São recibos.
Marlene parou de arrumar as rosas.
— Tem certeza de que quer testemunhas?
— Eu passei dez anos sendo magoada em silêncio — eu disse. — Hoje à noite, vou dizer a verdade em público.
Amy, a repórter local, chegou com a câmera.
— Sua família vai estar aqui?
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