“Não.”
“Então pare de fazer esforço extra para alguém que gosta de te ver sangrar.”
Eu olhei para ele. “Você faz parecer simples, pai. Eu não sei por que ela me odeia.”
“Não é simples, filha”, ele disse. “Só ainda é verdade. E eu vou falar com a escola, não se preocupe com isso.”
Eu assenti.
Uma semana antes do baile, ele bateu na porta do meu quarto com uma capa de roupas numa mão.
Meu coração começou a disparar antes mesmo dele falar.
“Certo”, ele disse. “Antes de você reagir, saiba duas coisas. Uma: não está perfeito. Duas: o zíper e eu não somos mais amigos.”
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