Meu pai costurou um vestido para mim usando o vestido de noiva da minha falecida mãe para o baile de formatura — meu professor riu até que um policial entrou na sala

Ele tirou os óculos. “Vai dormir.”

 

“O que você está fazendo?”

 

“Nada com que você precise se preocupar.”

 

Olhei de novo para o tecido. “Isso não parece nada.”

 

Ele levantou um dedo. “Não. Fora.”

 

“Você está estranho, pai.”

 

“Vai, meu bem”, ele disse, com um pequeno sorriso.

 

Por quase um mês, aquele virou nosso ritmo.

 

Eu voltava da escola e encontrava linhas no sofá. Ele queimou o jantar duas vezes porque estava tentando fazer a bainha e mexer o ensopado ao mesmo tempo.

 

Uma noite, encontrei um curativo no polegar dele.

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