E assim, eu estava sem lar.
Sentei na varanda por um tempo, apertando o casaco contra o corpo enquanto o frio me cortava a pele. Uma parte de mim ainda esperava que a porta se abrisse, que Daniel caísse em si.
Mas passou uma hora.
Nada.
Suspirei, me levantei e fui até a casa da minha vizinha ao lado.
— Margaret? — chamei quando ela atendeu. — Posso usar seu telefone?
Ela arregalou os olhos ao me ver ali com a mala.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
