— Você realmente quer dizer isso, não é?
Daniel suspirou impaciente.
— Só vai, tá? Tem um banco no ponto de ônibus. Você pode sentar lá enquanto decide o que fazer.
Aquilo foi como um tapa no rosto. Um banco? Depois de tudo o que eu fiz por ele?
Eu queria gritar. Queria chorar. Mas em vez disso, me levantei. Devagar. Com calma.
Peguei a mala e caminhei até a porta da frente. Daniel a abriu, evitando meu olhar. Chloe estava na cozinha, mexendo no café como se nada disso fosse da conta dela.
Saí para a varanda, e Daniel fechou a porta atrás de mim.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
