Quando Daniel e Chloe voltaram do jantar de comemoração, as fechaduras já tinham sido trocadas. A luz da varanda iluminava a calçada, onde as malas deles estavam alinhadas.
Eu estava lá dentro, ouvindo a explosão inevitável.
— Que diabos…? — Daniel murmurou antes de sacudir a maçaneta. Quando não abriu, ele começou a bater na porta. — Vovó! Que diabos é isso?!
Tomei meu tempo, bebi um gole de café e então fui até a porta.
Devagar, me abaixei e abri a portinhola do correio.
— Você queria que eu fosse embora, querido — disse docemente, com a voz carregada de satisfação. — Pois agora você vai ver como é isso.
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