Mas Elliot viu algo que eu não via.
— Você precisa de proteção — ele disse. — Vamos colocar uma cláusula de contingência. Se ele te expulsar ou deixar de garantir moradia, a escritura volta automaticamente para você. Sem brechas.
E Daniel, em toda a sua arrogância, nunca se preocupou em ler as letras pequenas.
A voz de Elliot me trouxe de volta ao presente.
— Vou protocolar os papéis hoje. Legalmente, a casa volta a ser sua. Em algumas horas, você pode entrar novamente.
Encostei-me na cadeira, sentindo um calor me invadir que não vinha do chá que Margaret havia colocado na minha frente.
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