Sarah olhou para baixo, e as lágrimas encheram seus olhos. Seus dedos ajustaram o cobertor com uma ternura que vinha de um lugar onde a dor havia se sentado por anos. Quando suas mãos começaram a tremer, eu soube exatamente o que estava acontecendo.
"Ela é tão pequena", murmurou Sarah. Então ela olhou para mim. "Arthur, podemos ficar com ela?"
Eu me agachei ao lado da cadeira dela e olhei para a pequenina novamente. O bebê tinha uma mão perto da bochecha. Ela parecia quente e segura.
"Ela parece que pertence a você", respondi, com os olhos turvos.
Ver Sarah com aquele bebê… parecia que meu peito ia ceder, mas de uma maneira boa.
"Eu sei que talvez não a consigamos", Sarah disse. "Mas, se houver a menor chance, preciso que me diga que vamos tentar."
"Vamos tentar", respondi, e foi nesse momento que a papelada deixou de ser papelada e passou a ser nossa vida.
Ninguém apareceu. Ninguém ligou.
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