Eu dei à luz duas meninas gêmeas saudáveis — mas depois que meu marido ficou sozinho com elas por um dia, ele exigiu: ‘Desculpe, mas precisamos entregá-las para adoção!’

Um mês vivendo com Jade e Amber, eu ainda andava pela casa como se estivesse meio adormecida e completamente apaixonada.

Naquela manhã, eu tinha uma bebê no ombro, uma mão procurando uma chupeta, e a camisa já molhada quando meu celular começou a vibrar no balcão.

“Mãe?” atendi.

A voz dela saiu fraca. “Eu escorreguei no degrau dos fundos.”

Algo em mim se apertou. “O quê você quer dizer com escorreguei?”

“Quero dizer que estou deitada no meu canteiro de flores me sentindo idiota, Willow.”

“Você bateu a cabeça?”

“Não. Mas acho que machuquei o quadril. Os paramédicos já estão a caminho. Ainda bem que eu estava com o telefone.”

Brian entrou nesse momento, cabelo em pé, uma meia só no pé, e olhou do meu rosto para o telefone.

“O que aconteceu?”

“Minha mãe caiu,” eu disse, enquanto ela encerrava a ligação.

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