“NÃO! Você prometeu carregar meu filho para mim. Ele é MEU! Meu! Você não pode ficar com ele.”
Duas enfermeiras entraram apressadas. Rob levou as mãos à boca. Paul ficou ao lado da minha cama como uma muralha.
“Você não pode fazer isso comigo”, gritou Carol. “Você não pode tirar ele de mim.”
“Eu não estou tirando ele de você.”
“Está sim! Está sim!”
A respiração dela ficou cada vez mais rápida. Ela olhava ao redor da sala como se todos ali tivessem a traído.
“Vocês todos acham que eu sou louca.”
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