“Não”, eu disse entre lágrimas. “Eu acho que você está sofrendo.”
Aquilo quebrou algo dentro dela. Carol desabou numa cadeira e começou a chorar com um som profundo e partido, daqueles que eu sei que vou ouvir pelo resto da minha vida.
“Eu só queria ser a mãe dele”, ela disse.
Rob também já chorava. Lágrimas silenciosas, impotentes.
Pouco depois, chegou uma assistente social do hospital. Depois, a segurança passou a ficar por perto. Vieram mais perguntas. Tudo desacelerou em formulários, vozes suaves e palavras cuidadosamente escolhidas.
Ninguém mais gritou.
O hospital adiou a entrega da guarda. Haveria uma avaliação. Recomendações de tratamento. Advogados furiosos dos dois lados antes mesmo de a noite terminar.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
