Eu concordei em ser barriga de aluguel para minha irmã — mas, logo após o parto, meu marido me chamou de lado e disse: ‘Por favor, ainda não entregue o bebê a ela ainda’

“Por favor, meu amor”, disse Rob, tentando se aproximar. “Você não está bem.”

 

Ela se afastou dele como se ele tivesse lhe batido.

 

Olhei para minha irmã: as mãos trêmulas, os olhos enlouquecidos, o peito subindo rápido demais, o pânico irradiando dela como calor.

 

E, de repente, algo terrível ficou claro.

 

Para salvar minha irmã, eu teria que fazer com que o pior medo dela se tornasse realidade.

 

Comecei a chorar.

 

“Carol, eu te amo”, sussurrei. “E sinto muito por ter que fazer isso com você, mas não posso entregar o bebê até você receber ajuda.”

 

As narinas dela se abriram. O som que saiu dela mal parecia humano.

 

“Não.”

 

“Carol—”

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