— Tá.
— E sobre a casa… — acrescentou com cuidado — se você realmente decidir vender, eu posso… tentar comprar. Não tenho muito, mas cuidaria dela.
Nem pensei.
— Pode ficar com ela. Eu não me importo com dinheiro. Só quero sair daqui.
Os lábios dela se curvaram levemente, mas ela virou o rosto rápido demais para eu perceber direito.
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Mais tarde naquela noite, eu não consegui dormir. Fiquei deitada olhando para o teto, repetindo tudo na cabeça.
O bilhete.
A forma como o Sr. Chen falava certas coisas.
A insistência da Sra. Kline na casa. O cheiro de lavanda na loja.
— Isso não é coincidência… — sussurrei no escuro.
Sentei devagar. Meus olhos foram até a cadeira onde o vestido estava pendurado. Algo nele parecia errado agora.
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