Ficamos ali, deixando a brisa de outono levar um pouco da dor embora.
Os meses seguintes passaram em meio à recuperação e a planos cheios de esperança.
Uma noite, Tessa me ligou. “Posso passar aí? Quero conversar antes que tudo mude.”
Hesitei, depois disse que sim.
Ela chegou com meias minúsculas e seu famoso pão de banana. Sentadas à mesa da cozinha, colocou a mão na barriga e olhou diretamente para mim.
“Celeste, eu nunca esqueci, nem por um segundo: ela é sua. Sua e do Grant. Eu só tive a chance de ajudar a trazê-la até aqui. Eu amo esse bebê como uma madrinha ou tia favorita, mas ela sempre foi de vocês.”
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
