Engoli o nó na garganta. “Obrigada. Por tudo. Por carregá-la, por amá-la, por me amar…”
Tessa sorriu. “Você e o Grant vão ser pais incríveis. Eu só estou aqui para ajudar a cuidar sempre que vocês quiserem.”
Na noite em que Tessa entrou em trabalho de parto, ela ligou, voz trêmula. “Você está pronta para conhecer sua filha?”
“Tente me impedir,” respondi, segurando a mão de Grant enquanto corremos para a porta.
No hospital, Tessa segurou minha mão. “Promete que vai me mandar fotos do bebê todo dia?”
“Você vai se cansar delas,” respondi, sorrindo através das lágrimas.
Cada momento difícil da minha vida havia nos levado até ali…
Quando nossa filha finalmente chegou, Grant pressionou a testa contra a minha e sussurrou: “Ela é perfeita. Conseguimos, Celeste.”
Em casa, choramos, rimos e deixamos que Tessa segurasse o bebê sempre que quisesse, ambos sabendo exatamente o que ela queria dizer quando se chamava de família.
Pela primeira vez, o futuro parecia realmente meu — e eu estava pronta para aproveitar cada instante. Porque agora, tudo valia a pena.
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