Peguei a xícara e me sentei, deixando o silêncio se assentar entre nós.
“Não estou bem, Grant,” confessei. “Você me machucou. Você e a Tessa.”
Ele assentiu, olhos fixos nas mãos. “Eu sei. Fiquei pensando em tudo que deveria ter feito diferente. Eu não estava te protegendo, Celeste. Eu estava controlando o que você podia saber. Me desculpa. Por tudo.”
Deixei que ele ficasse um momento no silêncio antes de estender a mão para a dele. “Vamos reconstruir. Mas nada de segredos, Grant. Nem por amor, nem por medo. Você não decide mais por mim. Se vamos fazer isso, fazemos com honestidade.”
“Nunca mais. Pode acreditar.”
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