“Celeste? Amor? Por favor, me diga que você está bem?”
“Estou melhor do que bem,” disse, com a voz quebrando. “Estou em remissão, Grant. O Dr. Adler acabou de me dizer.”
Por um instante, ele ficou em silêncio.
“Meu Deus, Celeste. Você… obrigada! Obrigada por lutar, meu amor. Você conseguiu. Lutou e sobreviveu.”
Enxuguei os olhos. “Encontra comigo no parque? No nosso lugar?”
“Estarei lá. Levo café e aqueles croissants de chocolate que você adora,” disse ele, e eu pude ouvir o alívio em sua voz.
Grant já estava esperando no banco, sob nosso sicômoro torto. Ele tropeçava um pouco quando me aproximei, quase derrubando uma xícara de café.
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