Então Adelina deu-lhe um abraço breve e cuidadoso.
Não foi perdão. Não foi reencontro. Apenas reconhecimento.
Desde então, tudo tem sido confuso, da forma mais humana possível.
Algumas horas, Adelina quer saber tudo. Sobre o pai. Sobre fotos de bebê. Sobre quais músicas ela gostava. Outras horas, quer apenas assistir televisão ruim e não discutir nada disso.
David tem sido exatamente ele mesmo. Ontem disse a ela: “Para ficar claro, ninguém está substituindo ninguém, e se essa mulher te magoar, vou roubar os pneus dela.”
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