Adelina riu tanto que chegou a dar um ronco.
A mãe biológica não tem pressionado. Ela trouxe fotografias e uma carta sobre os dois primeiros anos de Adelina. Lanches favoritos. Primeiras palavras. O fato de ela já odiar cochilos naquela época.
Hoje à noite, Adelina sentou-se ao meu lado no sofá, olhando aquelas fotos.
Depois de um tempo, encostou a cabeça no meu ombro e disse: “Eu queria respostas. Não queria um pai diferente.”
Tive que desviar o olhar depois disso.
Então é assim que as coisas estão.
Ainda não sei cada detalhe do que aconteceu naquela noite.
Mas uma menininha sobreviveu.
Eu a tirei de um acidente e me recusei a deixar o mundo perdê-la duas vezes.
E, depois de todos esses anos, quando a verdade finalmente apareceu à minha porta, ela ainda me chamou de Pai.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
