Adotei uma menina que resgatei após um acidente de carro – 16 anos depois, uma mulher apareceu à minha porta e disse: ‘Obrigada por criar minha filha. Agora você precisa saber a verdade sobre aquele dia.’

 

Minha voz falhou, e eu não me importei.

 

“Não porque você me deva algo,” disse. “Não deve. Mas eu te amo como minha filha há dezesseis anos. Não sei como não ter medo.”

 

Adelina me encarou por dois segundos. Então levantou-se, contornou a mesa e me abraçou tão forte que minha cadeira se moveu.

 

“Pai,” ela disse.

Apenas essa palavra.

 

Pai.

 

Quando soltou, se virou para a mulher. Houve uma longa pausa.

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