Ela estava pálida. Estendi a mão, mas ela recuou.
— Ei — falei baixo. — É só um jantar. A Izzy provavelmente já está arrumando a mesa.
Os olhos de Kara se encheram de lágrimas.
— Eu não consigo. Ainda não.
— Não consegue o quê? Kara, você está me assustando.
Ela balançou a cabeça, passou os dedos trêmulos pelos olhos e voltou a encarar a casa.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, a porta da frente se abriu.
Isabelle estava ali, iluminada pela luz de dentro, o cabelo cacheado preso num coque bagunçado, o sorriso aberto.
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