— Pai! É a Kara?
Kara olhou para ela.
A boca dela se abriu… mas nenhum som saiu.
Então, de repente, um soluço rasgou o peito dela — um som cru, quebrado — e tanto eu quanto minha filha congelamos.
Kara levou a mão à boca.
— É você… é realmente você… Eu nunca pensei que fosse te ver de novo.
Há momentos em que o tempo simplesmente para.
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