Vendi meu carro e passei a trabalhar em turnos da noite para pagar a mensalidade da minha filha – a ligação da secretaria da faculdade, poucos dias antes da formatura dela, me deixou sem palavras

“Por que você está chorando? Isso é bom!”

 

“É bom… eu só… isso é grande.”

 

Ela me olhou, procurando entender.

“A gente não tem dinheiro para isso, tem?”

 

Essa era a Jane. Direta, sem rodeios.

 

Coloquei as duas mãos no rosto dela.

 

“Vamos dar um jeito.”

 

 

 

Ela segurou meus pulsos.

“Mãe.”

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