Dizia: “Você abriu mão de algo que amava para que eu tivesse uma noite. Eu quero que você tenha algo melhor. Quero que você tenha um motivo para acreditar que a vida ainda pode ser boa. Papai ainda te chamaria de Rapunzel. Eu só acho que ele também te chamaria de corajosa.”
Depois disso, fui ao banheiro e me olhei no espelho.
Mas pela primeira vez desde o corte, eu não me senti olhando para a perda.
Naquela noite, Lisa adormeceu no sofá com a cabeça no meu colo, ainda vestindo a camiseta. Eu fiquei ali, passando os dedos pelos cabelos dela enquanto a casa permanecia silenciosa ao nosso redor.
Há uma foto emoldurada do meu marido na prateleira, do outro lado do sofá. Ele está sorrindo nela, como se soubesse de algo engraçado que ninguém mais ainda sabe.
Olhei para aquela foto e sussurrei, “Nós sentimos sua falta. Mas acho que vamos ficar bem.”
E pela primeira vez em 11 meses, eu realmente acreditei nisso.
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