— Senhor agente — disse ele, dirigindo-se a um policial que ainda não estava ali, apenas à expectativa de que estivesse —, é exatamente por isso que as pessoas não se sentem seguras no centro da cidade.
Ele tinha pouco mais de trinta anos, era branco, bem barbeado, usava um relógio caro — o tipo de homem em quem estranhos confiam antes mesmo de conhecê-lo.
Ao lado dele estava uma menina de cabelo loiro-escuro, talvez com uns oito anos, vestindo um cardigan amarelo e tênis com um cadarço desamarrado. O rosto dela estava voltado para a janela, mas não por tédio.
Em retirada.
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