“EU E MEU PAI SENDO CORAJOSOS.”
Wade guardou o desenho sem dar explicações.
Ele já não precisava delas.
Lá fora, as motocicletas começaram uma a uma — sem barulho suficiente para assustar, apenas o bastante para lembrar à rua que um grupo inteiro de pessoas, frequentemente julgadas de imediato, havia passado a tarde impedindo que uma criança desaparecesse em mais uma manchete ruim.
Antes de Lila sair com a avó, ela parou na porta do ônibus e olhou para trás.
— Você é o homem do ônibus agora? — perguntou a Wade.
Um leve sorriso tocou o canto da boca dele.
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