Lá fora, um dos motociclistas desceu da moto e se aproximou da janela do motorista. Uma mulher negra de cerca de sessenta anos, com uma trança prateada presa sob o capacete. Ela não bateu no vidro. Apenas ergueu um crachá de transporte pendurado no pescoço.
Denise piscou.
Não era atual.
Era antigo.
Segurança de trânsito aposentada.
A mulher apontou para a parte de trás do ônibus e formou uma palavra com os lábios:
“Olhe.”
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