Sorri, como se faz com crianças pequenas. Mas congelei ao olhar melhor para elas. Eram estranhamente parecidos comigo quando eu era criança.
Então correram direto para mim. Se abraçaram na minha cintura com uma força desesperada, como quem esperou muito tempo por algo.
"Mamãe!" gritou a mais alta, cheia de alegria. "Mamãe, você finalmente voltou! A gente ficava pedindo para você vir nos buscar!"
A sala ficou em silêncio absoluto.
Olhei para a professora principal, que deu uma risadinha constrangida e fez um gesto de desculpas com a boca: "desculpe".
Não consegui continuar aquela manhã normalmente.
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