A vendedora tentava não rir. “Senhora, talvez seja melhor pagar para ela.”
Sabrina pegou a bolsa e disparou pela porta, deixando os sapatos para trás.
Ela correu até uma cafeteria.
Pela janela, eu a vi pedindo algo. Ela ficava olhando para a porta. Dez minutos se passaram e, quando não nos viu, relaxou visivelmente.
Ela até começou a transmitir ao vivo de novo. “Ok, crise resolvida. Estou nessa cafeteria fofa agora.”
Foi quando eu entrei.
Não disse nada. Apenas caminhei até o balcão ao lado dela e pedi um descafeinado. Ela me viu, e o latte escorregou das mãos, espalhando-se pelo balcão.
“Você!” ela arfou.
“Eu,” disse eu, com educação. “Sabe, poderia ter se poupado de muita confusão se tivesse pago no restaurante.”
“Isso é perseguição!”
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