“Dê um tempo para ela pensar que está segura”, disse a Simon.
“Você é má, senhorita Esther. Adoro isso.”
Dentro do mercado, Sabrina estava na seção de hortifruti, filmando a si mesma. Ela olhava ao redor nervosamente, conferindo a entrada. Quando não me via, relaxava os ombros.
“Ok, gente, acho que perdi a louca. Vamos falar sobre vida orgânica.”
Apareci atrás dela no quadro, segurando um tomate.
“Senhora! Ainda estou esperando aqueles 112 dólares!”
Ela gritou, deixou o celular cair, e várias pessoas se viraram para olhar.
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