A atendente assentiu. "Tem vídeo de segurança. Eu posso chamar o meu gerente."
Eu liguei para Mark antes que ela terminasse a frase. Ele atendeu no segundo toque.
Quando Mark chegou, a atendente me levou para um escritório apertado nos fundos. Juntos, assistimos ao vídeo de segurança.
Uma jovem entrou no quadro. Cabelos castanhos. Corpo magro. Nervosa. Ela olhava constantemente por cima do ombro enquanto se aproximava do balcão.
Então, a garota virou.
Quando vi o rosto dela, precisei cobrir a boca com as mãos para não gritar.
A mulher não era Lily.
Mas eu ainda a reconheci.
"Madison," eu disse.
A melhor amiga de Lily quando elas eram pequenas. A menina que passava os finais de semana na nossa casa com pijamas descombinados, que chorou no vigília de vela de Lily e disse, "Eu gostaria de saber de algo."
Fiquei olhando para a tela enquanto ela deslizava o colar sobre o balcão.
"Você sabia de algo," sussurrei. "Sua mentirosa."
O dono da loja imprimiu o formulário de penhor para a polícia, mas eu já tinha perdido a paciência.
Madison tinha escrito um endereço. Nós dirigimos até lá.
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