Uma noite, peguei minha velha lanterna da Marinha e as chaves sobressalentes que Martha guardava na gaveta da cozinha. Eu já tinha visto aquele molho de chaves milhares de vezes ao longo dos anos — chaves de tudo em nossa casa e até de metade das casas dos vizinhos.
Subi aquelas escadas rangentes e fiquei diante da porta trancada do sótão. Uma a uma, tentei todas as chaves do molho da Martha, mas nenhuma funcionou.
Achei isso muito estranho. Martha mantinha tudo naquele molho de chaves: o galpão, o porão, o velho arquivo, até chaves de carros que tínhamos vendido anos atrás. Mas a chave do sótão não estava lá.
Frustrado e mais curioso do que nunca, desci até minha caixa de ferramentas e peguei uma chave de fenda. Depois de algum esforço, consegui arrancar o cadeado velho da porta.
No momento em que empurrei a porta, senti o cheiro pesado e empoeirado dentro. Cheirava a livros antigos trancados por tempo demais. Mas havia algo mais misturado ali, algo metálico que me fez sentir o estômago revirar.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
