Ela sorriu, depois suavizou o olhar.
— Tem certeza disso?
— Não, Marlene. Nenhuma.
— Debbie…
Sequei as mãos no avental.
— Essa é a única resposta honesta que tenho.
Às cinco, minha casa estava cheia.
Denise entrou como um vendaval perfumado o suficiente para abençoar o corredor. Me abraçou forte, mas o olhar dela já estava passando por mim em direção à sala.
Carla beijou meu rosto e chorou.
— Eu senti tanta falta desta casa.
— Você sabia onde ela ficava — eu disse, com calma.
Benjamin me entregou flores de supermercado com a etiqueta de desconto ainda presa.
— Pra você, mãe.
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