"Se eu fizer isso", disse lentamente, "acabou entre nós?"
"Sim."
Mark pegou a caneta. Por um segundo, sua mão pairou. Então ele assinou.
Ao deslizar o contrato de volta para mim, sua voz falhou. "Estarei lá."
Assenti uma vez, e então ele saiu.
Fiquei sentada refletindo sobre a conversa. Pela primeira vez desde que era adolescente, senti algo próximo do medo. Não dele, mas do que eu estava prestes a reviver.
De qualquer forma, o dia seguinte decidiria quem nós dois nos tornaríamos.
Na manhã seguinte, entrei na minha antiga escola logo antes da assembleia. O prédio não havia mudado muito.
A diretora, Sra. Dalton, me cumprimentou perto das portas do auditório. "Agradecemos seu envolvimento na iniciativa anti-bullying", disse calorosamente. "Significa muito para nossos alunos."
"Fico feliz em apoiar", respondi.
Mas isso, claro, não era toda a verdade.
O auditório estava cheio de estudantes, pais e professores. A assembleia anual havia crescido desde nosso tempo lá. Um banner se estendia pelo palco: Palavras têm Peso.
Fiquei perto do fundo, braços cruzados, exatamente onde podia vê-lo sem ser vista imediatamente.
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