Uma pausa. O papel fez um leve barulho.
“Mas a verdade não desaparece só porque você está fraca demais para enfrentá-la. Não era um estranho. Era a minha própria irmã.”
Senti tontura.
“Eu dei a ele uma chance de ser honesto. Perguntei com calma. Queria acreditar que existia uma explicação com a qual eu pudesse conviver.”
Lágrimas queimavam atrás dos meus olhos.
“Ele disse que eu estava imaginando coisas. Que minha doença me deixava paranoica. Que eu deveria descansar.”
A voz do meu irmão falhou levemente enquanto ele continuava lendo.
“Eu acreditei nele. Porque quando você ama alguém por décadas, você aprende a duvidar de si antes de duvidar do outro.”
O silêncio pesou.
“Mas eu continuei observando. Em silêncio. E foi então que entendi algo pior. A criança que todos acreditam ser de outro homem… é dele.”
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
